Onde tudo começou
A Nodentra nasceu em 2016, quando três profissionais de infraestrutura perceberam que a maioria das empresas só ligava para a segurança depois de um incidente — quando o estrago já estava feito.
A ideia era simples e continua a mesma: transformar segurança em rotina, não em reação. Colocar alguém competente olhando os sistemas todo dia, com contexto do negócio, em vez de esperar o pior para agir.
Começamos numa sala pequena na Bela Vista, atendendo duas empresas. Hoje acompanhamos mais de quarenta times de tecnologia, do e-commerce ao setor financeiro.
O que não mudou foi o tamanho da atenção. Cada cliente tem uma equipe que conhece o nome dos seus sistemas e o telefone de quem precisa ser avisado às três da manhã. Segurança, para nós, é uma relação de confiança — e confiança se constrói perto.
O que nos move
A pergunta certa nunca é “estamos seguros?”. É “o que a gente faz na próxima hora se não estivermos?”
Princípios
Quatro coisas em que a gente não abre mão.
Clareza antes de tudo
Explicamos cada risco em português, sem jargão para impressionar. Se o conselho não entende o relatório, o relatório não serviu para nada.
Prioridade pelo impacto
Existem mil brechas possíveis e tempo para poucas. Atacamos primeiro aquilo que, se explorado, para a sua operação de verdade.
Presença constante
Segurança não tira férias. Nossa vigilância roda a qualquer hora e o plantão responde no mesmo instante em que um alerta importa.
Honestidade sobre limites
Nenhuma defesa é perfeita, e a gente diz isso na cara. Preferimos combinar bem o que é possível do que prometer o impossível.
Quem cuida da operação
Uma equipe pequena, atenção grande.
Sem terceirizar o que importa. As pessoas que fazem o diagnóstico são as mesmas que ficam de plantão — você fala sempre com quem conhece o seu ambiente.
Henrique Vaz
Coordena o centro de monitoramento. Passou dez anos em times de infraestrutura antes de decidir que prevenir era mais interessante que apagar incêndio.
Larissa Pinto
Lidera os testes de intrusão e o plantão. Gosta de encontrar a brecha antes que ela vire manchete e de escrever o passo a passo para fechá-la.
Diogo Rangel
Traduz a LGPD para a realidade de cada cliente. Cuida da papelada que ninguém quer fazer, mas que salva o dia quando a ANPD pergunta.
Quer conhecer melhor o nosso jeito?
Marque uma conversa. A gente explica como trabalha e ouve o que tira o seu sono — sem discurso de vendas.